segunda-feira, 20 de maio de 2019

Impressions of Dublin ... [1]


A malta...


a aventura começa...

já no ar, o cinzento deu lugar a um espelho de luz...

já a descer

a primeira impressão da costa sul, algures ali está a 
foz do rio Lee, e a cidade de Cork

Dungarvan

mais núvens

Howth algures ali em baixo ...

na final, um dos muitos grupos de habitações...

Dublin airport

o meu primeiro Lauda (companhia criada pelo
Niki Lauda, cujos aviões ele também pilotava)

à saída

Lembrete: aqui conduz-se à esquerda!!!

Olha ela, tão linda!

à saída do autocarro (Airlink nº747), e ao fundo à esquerda, 
uma igreja utilizada hoje pela Real Nation

a caminho do apartamento

já a caminho do supermercado para fazer um "reconhecimento" 
e comprar coisas para os pequenos almoços
(James Joyce bridge)
 
Liam Mellows bridge (1768)
(rio Lifey)

pois é, aqui é ao contrário!

a política, aqui também, é a ordem do dia, no caso, 
para o Parlamento Europeu

depois dos abastecimentos, começou o passeio...

coisas estranhas nas janelas

claro, que mais poderia eu pensar?

fachada antiga

olha, um carro com matrícula de Portalegre!

pormenores

um contraluz estupendo


(continua)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Quinta-feira "santa"

Neste dia vem à memória as primeiras "quintas-feiras-santas", desde logo as primeiras três sessões intensivas de arroz de frango de cabidela regadas com verde tinto, seguidas de uma tarde a roncar numa espécie de coma quasi alcoólico (exagero, claro), depois um número que não consigo precisar de romagens de exacerbada fé degustativa à Casa Correia, para comer as tripas feitas pela D. Filomena, e o pudim, da qual ressalto saudosamente a última vez que ali se serviram Tripas à Moda do Porto, e tudo o resto, porque fechou...
De lá para cá não tem sido fácil encontrar algum local minimante semelhante, mas outras alternativas tem surgido como o Caetano, ou o Antunes, de onde se sai de lá sempre a lamber os beiços, como convém!

Foi o caso deste ano, tocou ao Antunes receber-nos, como sempre muito bem, que em dia de cozido, optamos pelo pernil, tais eram as saudades ...

Depois, e como não temos tido grandes sortes nos agendamentos de deambulações fotográficas, alguns cancelados a meu pedido, os sobreviventes foram ainda esticar as pernas fazendo o gosto ao dedo, de geringonça fotográfica em riste, em busca das fotografias únicas  e formidáveis que a luz da alcoolémia nos faria ver de caminho.
à noite, uma canjinha e uma água das pedras, para preparar a refrega do dia seguinte, em que, por força de crenças várias, apenas entraria no corpo o peixe, em tentativa vã de purificar o corpo, já que a alma ...




O Antunes, o local da refrega...

sem palavras

sem palavras? pudera, com a boca cheia...

saímos já tarde, bastante tarde, mas estranhamente ainda era de dia...

passamos ao Bolhão

alguns de nós tentaram testar os reflexos depois da refrega...
a sorte é que a máquina estava desligada!

por acaso...

...

os hábitos mudam mas, será que isto é o levar à letra aquela coisa do 
Natal ser quando um homem quiser? árvores de Páscoa???... nunca tinha ouvido falar!

esperança, sobretudo esperança de ver o Bolhão de cara lavada

mais uma...




pelo que julgo saber é para já o único talho Halal do Porto, 
sinal dpor certo, a nossa multi-culturalidade

uma das minhas magnólias preferidas

é proibido fotografar aqui

olhares

aldeia da roupa branca

Igreja S. Francisco

meia-haste em sinal de respeito pelos mortos no acidente na Madeira

olha o Costah!

Lá diz o ditado: Mais vale um bêbado conhecido que um alcoólico anónimo...

I love this!

ser ou não ser...

contrastes

onde estou?

modernices...

o azul

o muro

pormenores

cenas ...

um fundo perfeito

de lamber as beiças 

um antigo Banco Comercial de Macau

repito, um fundo perfeito

pronto, eu não vou entrar aí

o leão e a águia

The End